22 de out de 2014

21-Montanha, 4-Casa, 35-Ancora

Será que não chegou a hora de agir?


Um trio que me chama atenção durante uma consulta é este: MONTANHA – CASA – ÂNCORA. Numa análise mais apurada de imediato vem questionamento: reclama de tudo, de todos, da vida, mas será que faz algo para mudar?

Podemos identificar este trio como uma estagnação total, três cartas totalmente sem movimento, paradas, a montanha com seu peso, sua carga, sua dificuldade que aparenta ser impossível a sua escalada e superação, remete também aquele peso nos ombros e nas costas, carregar o mundo e as pessoas nas costas. Lógico que toda esta carga vai trazer problemas em nossa estrutura física, aí surgem as dores pelo corpo, o cansaço, a exaustão.

Inicia-se assim o processo de ancoramento, de ficar preso naquela situação, não dar um passo para frente, nem para o lado ou ao menos uma para trás para sair desta inércia. As cartas são claras e objetivas em suas respostas e engana-se aquele que pensa em ir no cartomante para que o profissional resolva os seus problemas. Mostramos o que está acontecendo, como a situação evoluiu e está evoluindo e como poderá ficar, não existe a fórmula mágica dentro de um baralho a qual será usada no final da consulta e resolverá toda a vida do consulente assim que ele sair de nossa porta. O cartomante é o terapeuta neste momento, e aqui cabe o jogo franco entre profissional e consulente, literalmente colocar as cartas na mesa, os pingos nos “iiisss” e mostrar o quanto este pessoa está estagnada sem procurar uma saída.

A lamentação não resolve o problema de ninguém, apenas engessa cada vez mais o discernimento, a tomada de decisão e cabe agora aos outros a solução dos problemas do sujeito. Pense, reflita! Não está na hora de agir? De arrancar esta âncora do chão, buscar o equilíbrio, deixar a rigidez de lado e começar a subir esta montanha?

Saia da rotina, da mesmice, da inércia. Deixe a lamentação de lado e mexa-se!

O mundo e as oportunidades estão a nossa espera, basta buscá-los!!!

Abraços fraternais e muita luz em nosso caminho.

Dênis Maapelli



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